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24 horas? Tá pouco. Muito pouco pra abraçar o mundo com as pernas como diz minha avó.
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É normal confundir:

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Um dia desses eu estava no msn e vi na mensagem pessoal de um amigo de altas partidas de futebol, comunicando um processo seletivo em uma tal de AIESEC. Não fazia noção do que se tratava e fiquei curiosa. Mas como a minha curiosidade é do tamanho da minha distração, me esqueci de olhar.
No dia seguinte, ao caminhar pela faculdade vejo um cartaz, falando sobre oportunidades de intercâmbio e novamente aquele nome, AIESEC. Pensei: Isso só pode ser um sinal. Assim que chegar em casa quero conferir isso e novamente me esqueci. Só dois dias depois, no trabalho, enquanto conferia meus e-mails me lembrei de procurar informações a respeito da misteriosa AIESEC.
Gostei do que dizia no site, apesar de não entender como funcionaria. Lá dizia que haveria algumas palestras explicativas sobre a organização. Tratei de procurar uma em um horário e local de fácil acesso e acabei descobrindo que a mais próxima, tinha acontecido na minha faculdade no dia anterior. Eu teria que me inscrever na ACIEG e sem nem saber direito do que se tratava isso...
Decidi que mesmo sem saber de nada iria na ACIEG, mas novamente me esqueci. Entrando no site pra ver se eu encontrava mais informações, acabei descobrindo que haveria outra palestra na minha faculdade, em uma quarta a noite, justo no mesmo horário do meu curso de inglês! Já comecei a ficar grilada com tanta dificuldade.
Decidi então que sairia mais cedo do inglês e iria pra palestra. Porém, no fim da tarde em menos de meia hora formou uma tempestade que parecia que o mundo iria desabar! Inglês? Já era! Não dava pra chegar a tempo. Resolvi então ir a tal palestra, justo no dia em que eu havia levado pra faculdade um trabalho que mais parecia um trambolho! Uma sacola gigante e ainda uma mochila... Entrei no auditório e ouvi alguém dizer q começaria dali a meia hora. Aproveitei para ir à biblioteca, mas quando voltei já havia começado.
Tentei entrar discretamente para não atrapalhar, mas minha sacola amarela gritava por atenção, fazendo barulho. Me sentei segurando o riso, por causa da situação. Assisti então a palestra.
Me interessei, porém continuei sem entender como funcionava. Perguntei, e então duas moças muito simpáticas, uma ruiva e uma loira, me responderam como se daria o processo seletivo. Ao final uma delas pergunta: E então? Vamos nos inscrever?
Não pensei muito. Resolvi que me inscreveria pra ver no que dava. Depois fiz a efetivação da minha inscrição no site. Recebi então um e-mail marcando uma dinâmica em grupo, e mais um choque de horários! De manhã, no horário do meu estágio. Liguei tentando marcar outra data. A moça então marcou comigo na semana seguinte a noite. Mas poucos dias depois um moço me liga, perguntando minha disponibilidade para fazer a dinâmica ainda naquela mesma semana e marquei pra uma quinta a tarde.
Estava tudo planejado. Depois do trabalho eu iria direto para a ACIEG. Mas um dia antes da dinâmica, minha mãe, que veio passar uns dias soube de última hora que precisaria ir embora no dia seguinte. Fiquei com o coração na mão, com medo de ir na tal dinâmica e não ter tempo de me despedir dela. Mas acabei convencendo-a a só ir depois que eu chegasse.
Fui então na tal dinâmica. Primeira a chegar. Logo em seguida foram chegando os demais candidatos. Quando começaram as apresentações, vi que muita gente já tinha experiência no exterior, falavam mais de um idioma, trabalhavam em grandes empresas. E eu? Uma pobre moça do interior que saiu de Goiás pouquíssimas vezes, ainda desenvolvendo o inglês e que fazia estágio em uma micro-empresa que não tem a menor pretensão de me contratar... É. A concorrência era forte e fui pra casa achando que eu havia sido um fracasso!
No caminho fiquei martelando o que eu poderia ter feito melhor, que qualidades eu poderia ter ressaltado na minha apresentação. Eu estava decidida então que dessa vez talvez não desse, mas que no próximo semestre eu me esforçaria mais, mas na semana seguinte, cheguei no trabalho e fui checar meus e-mail, quando recebo uma ótima notícia. Eu havia passado na etapa da dinâmica! Fiquei muito feliz e aguardando a ligação que marcaria minha entrevista com o Vice Presidente da minha área. Os dias passavam e nada da ligação, quando em uma sexta a tarde enfiei a mão na mochila pra pegar minha carteira, senti o celular vibrar. Pura sorte, porque quase nunca atendo o bendito por ficar sempre no modo silencioso.
Atendi a ligação e a moça se identificou como sendo da AIESEC e perguntou se eu poderia fazer minha entrevista naquele mesmo dia as 21:30 da noite. Putz! Era sexta, eu estava super hiper ultra mega cansada e o que eu mais queria era chegar em casa, tomar um banho, comer e dormir! Mas como isso eu faço todos os dias era adiável e marquei então. Cheguei a perguntar se não havia a possibilidade de ser mais cedo. Entrevista mais cedo, casa mais cedo, sono mais cedo, mas infelizmente, ouvi que só poderia ser aquele horário. Então não hesitei. Presença confirmada.
Mas, como tudo desde o começo foi difícil, dessa vez não poderia ser diferente. Quando cheguei em casa, uma tempestade ameaçava desabar e não deu outra. Chuva forte! Me arrumei, peguei meu guarda-chuva e fui-me embora. No caminho recebo uma ligação. A moça me perguntava se eu já estava chegando, daí eu disse que estava a caminho, mas que só chegaria por volta das 21 já que estava marcada a entrevista para as 21:30 e a moça me diz: não, sua entrevista é as 20:30!
Ah! Não! Só a chuva não era suficiente pra dificultar? Não! Não era. Além da confusão de horários, fui informada que o local também havia mudado. Não seria mais na ACIEG, e sim na SubWay. Tá! E pra que lado fica isso? Em meio a tantos pontos de referência, e eu sem noção de pra ir, o celular emudece! Era o que me faltava! Acabou a bateria! Com o celular desfalecido na mão, fiquei na rua martelando, pra onde eu deveria ir. E o pior, nem dava mais tempo de correr em casa e consultar meu fiel companheiro Google Maps. Felizmente, não era a bateria e também não descobri o que era. Sei apenas que religuei o aparelho e ele voltou a funcionar. No mesmo instante ele volta a tocar. A moça então continua a tentar me explicar o caminho. Em meio a tantos pontos de referência acabei me lembrando que no dia da dinâmica eu havia visto essa SubWay em algum lugar, só não me lembrava exatamente onde.
Desci então na ACIEG, eu e meu guarda-chuva e caminhamos em direção ao Hotel SanMarino, o último ponto de referência que ouvi durante a ligação.
Ao chegar no hotel, intuitivamente virei a esquerda e segui. Algo me dizia que era para lá, e finalmente encontrei. Entrei na lanchonete e reconheci um moço que estava na minha dinâmica de grupo. Cheguei então meio perdida, perguntando se era lá mesmo interrompendo a entrevista que estava em andamento.
Sentei e aguardei a minha vez. Logo de cara já gostei da idéia de ser entrevistada por pessoas jovens, mas achei aquilo meio incomum. Eu só havia visto jovens desde que comecei a participar do processo. Será se os superiores, adultos chatos, não se dão ao trabalho de ver quem serão seus novos subordinados?
Tivemos uma conversa descontraída, e vi que meus possíveis futuros superiores seriam pessoas muito agradáveis. Depois de todas as perguntas respondidas, a entrevista foi dada por encerrada e pediram que eu enviasse o meu portfólio o mais rápido possível para os três. Pensei então: Meu Deus! Que vergonha! Até hoje não consegui montar o tal do portfólio!
Mas me comprometi a fazê-lo e enviar na semana seguinte. Depois de muitas tentativas de selecionar trabalhos, não sabia mais por onde começar. Toda vez em que eu tentava, sempre me enrolava toda e deixava pra mais tarde.
Até que na terça a noite resolvi! Agora só levanto da frente desse computador quando eu terminar. O tempo então foi passando... Meia noite, uma da manhã, duas, três, quatro, cinco... Meu Deus! Eu ainda teria que desenvolver minha pesquisa, pois eu teria orientação da minha monografia no mesmo dia. Resolvi tirar um breve cochilo de uma horinha e voltar com a mão na massa. Liguei no trabalho para saber como estava o meu dia, se havia muita coisa pra eu fazer e ao descobrir que não havia nada urgente não hesitei. Eu não iria ao trabalho e no dia seguinte eu dobraria o expediente e reporia o dia perdido.
Por volta de uma hora da tarde terminei o portfólio e quando estava abrindo minha caixa de e-mails pra enviar o telefone toca. Ótima notícia! Eu havia passado no processo seletivo da AIESEC, mas para efetivar minha entrada eu teria que passar todo fim de semana em uma chácara. Confirmei a minha presença e desliguei o telefone. Imediatamente pensei: Meu Deus! E minha monografia?
Fui pra orientação e meu professor me passou muitas tarefinhas de casa. Passei então a quinta inteira preocupada, pensando se eu iria para a tal chácara largando tudo pra trás, ou se saltaria do trem quase chegando na parada. Resolvi! Foi sempre muito enrolado cumprir as tarefas seletivas e saquei que esse só era mais um empecilhozinho pra me testar. Discovery Day, como chamaram o encontro do fim de semana no e-mail, aí vou eu!
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DOMINGO, 28 DE SETEMBRO DE 2008
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SEXTA-FEIRA, 26 DE SETEMBRO DE 2008
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QUARTA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO DE 2008
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TERÇA-FEIRA, 9 DE SETEMBRO DE 2008
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